16/02/2014

A excelentíssima Bobbi Starr



Começo logo confessando uma coisa: falar sobre Bobbi Starr, ou melhor, pensar em Bobbi Starr é algo que já me deixa pra lá de excitado. Na primeira vez que vi essa californiana nascida em Santa Clara, com a altura aproximada de 1,70 m e dona de formas muito bem desenhadas, eu fazia buscas por conteúdo erótico/pornô, há mais ou menos 4 ou 5 anos. Nosso encontro deve ter sido no XVideos, ou no Redtube... Não lembro, não sei. Mas foi marcante; tanto que me disponho agora, neste texto, a comentar brevemente sobre ela. 

Bobbi vem de uma família protestante, segundo fontes na Internet, o que me causou surpresa misturada com uma dose de tesão por confirmar aquela velha história de que, muitas vezes, a pessoa mais ciente e dona de sua sexualidade pode ser aquela que menos aparenta entender do assunto (E como ela entende!), destroçando nossos preconceitos tolos. 

O complemento de sua biografia é fácil e simples: formada em Música (Toca piano e oboé), Bobbi deu seus primeiros passos na indústria do sexo aos 23 anos, quando participou e foi finalista do reality show America's Next Hot Porn Star. Daí em diante, ela cresceu e apareceu, trabalho após trabalho. 

E como eu posso explicar meu fascínio? É por ela ser super perfeita com seu jeito leve e divertido combinado com seus posicionamentos perspicazes sobre sexo e sobre vida? É por causa do atraente contraste entre sua pele clara e seus fios escuros? É por causa do magnético jeito de olhar? É pelo "Foda-se isso!" que ela manda para o padrão rígido de que uma mulher só é bela e sexy se tiver todos os seus pelos na máquina zero e o corpo ajustado por cirurgias (sobretudo à medida em que envelhece)? É por suas cenas conterem somente o que ela permitiu ser feito com seu lindo corpinho, e, ainda assim, jamais perderem a alta qualidade devassa? É por ela gemer tão sensual, exprimindo cada segundo de prazer e a satisfação de trepar e filmar? É por seu perfil de mulher possível, que escapa completamente das fórmulas do mainstream pornô? É por seu charme e por seu carisma? É por sua doçura e por sua lucidez? Bem, é por tudo isso e mais, eu diria e digo. 

Além de possuir e manter um físico extremamente natural, Bobbi faz um dos orais mais dignos que já tive o prazer de assistir e que talvez eu jamais terei a satisfação de receber; uma legítima garganta profunda, com cada milímetro de qualquer pau que seja enfiado e molhado, facilmente. É capaz de entreter vários sortudos ao mesmo tempo, das formas mais variadas, como se curtisse um passeio, uma hora do lanche ou do cafezinho, da maneira mais tranquila do mundo; submete (e é submissa a) garotas e garotos em cenas semi ou full sadomasoquistas com o capricho de uma profissional; abre - e bem - a buceta e o rabo sem objeções, sem culpa, feliz da vida, até mesmo para dois falos (reais ou de plástico). 

Duas das minhas performances favoritas de Bobbi são uma em que ela se veste de cowgirl, com chapeuzinho típico e um gracioso vestido, e outra onde ela chega com tudo, equipada de uma lingerie preta e esverdeada arrasadora, a fim de satisfazer o apetite do lendário Lex Steele. Nos dois momentos, a felicidade estampada nos rostos de seus parceiros, mais do que contentes por terem em mãos uma mulher tão participativa, alegre, espontânea, boa, provocante.

Bobbi é simplesmente o que se costuma chamar por aí de FODA. Pernas estonteantes, cachorra de marca maior na hora H, uma lady dentro e fora das telas, com sorriso cativante e constante, disposta e livre para experimentar... Mas não apenas isso, não apenas um magnífico playground: é uma mulher com opiniões precisas e bem argumentadas, que se opõe à discriminação e as hipocrisias contra os profissionais do sexo e que enxerga suas atividades como meio de plena expressão pessoal e em defesa de uma libertação feminina. Nos últimos anos, por exemplo, em entrevistas, declara-se cada vez mais envolvida em estimular e solidificar a criação de um programa de assistência ginecológica para atrizes pornô - ainda bastante necessitadas disso, segundo ela - e interessada em cursar Medicina. 

Faz o que faz com prazer, com consciência, com envolvimento. Encara o mundo e a fama com olhar erguido. Um ser humano maduro, alvo dos meus aplausos. 

Atualmente, ela dirige mais do que atua, o que às vezes me dá saudade dos seus velhos tempos de dp e gang bang, quando ainda não tinha o seu próprio site - no qual retornou à sua época de produção parcialmente amadora, voltada para o tema Dominação mas com uma boa porção de material de masturbação, lesbianismo e strip. Prestes a completar 31, premiada pelo AVN, só dá sinais de que continuará por anos e anos. 

Bobbi é quente, classuda, safada, uma falsa magra espetacular, dona de um sex appeal fulminante, hiper tentadora, expert... E não há mais o que pontuar neste post. Com menos da metade disso tudo qualquer cacete hétero já tem estímulo suficiente para se manter erguido. 

Essa delícia está na Web e nos filmes, pronta para ser descoberta e admirada, em detalhes que somente fotos e vídeos conseguem explicar. Tomara que você se divirta e, quem sabe, até "perca" algumas horas com ela. Eu certamente irei... de novo.







Nenhum comentário: